Ativos rurais, gado e operação pecuária
Compra e venda de confinamentos, fazendas de pecuária de corte e operações bovinas.
Comprar uma fazenda pecuária ou confinamento exige análise do imóvel, do rebanho, dos contratos, da estrutura produtiva, da água, do ambiental, das benfeitorias, do crédito rural e da sucessão patrimonial.
Operação pecuária é ativo complexo
A due diligence deve avaliar matrícula, cadeia dominial, CAR, CCIR, georreferenciamento, reserva legal, água, licenças, confinamento, curral, maquinário, contratos de arrendamento, parceria, compra de gado, fornecimento a frigoríficos, funcionários, passivos e seguros.
O Vieira Neto Advogados atua em compra e venda de fazendas, confinamentos, pecuária de corte, due diligence rural, contratos de gado, sucessão rural, crédito, garantias, ambiental e estruturação patrimonial para grupos agropecuários.
Itens essenciais
- Imóvel rural, matrícula, CAR, CCIR, georreferenciamento, água e ambiental.
- Rebanho, GTA, sanidade, rastreabilidade, perdas, seguros e inventário.
- Confinamento, benfeitorias, máquinas, contratos, equipe e fornecedores.
- Contratos com frigoríficos, bonificações, prazos, garantias e inadimplência.
- Preço, escrow, indenizações, sucessão rural e estrutura societária.
Pecuária como investimento institucional
A compra precisa olhar produção, terra e caixa ao mesmo tempo. Veja também compra de fazenda por estrangeiro, rastreabilidade bovina, sucessão rural e contato.
Perguntas frequentes
Comprar confinamento exige due diligence própria?
Sim. Além da terra, é preciso avaliar rebanho, estrutura, água, licenças, contratos, sanidade e passivos.
CAR e CCIR são relevantes?
Sim. Documentos rurais, ambientais e fundiários são essenciais na compra de fazendas.
Rebanho entra no contrato de compra?
Pode entrar, com inventário, identificação, sanidade, preço, perdas e regras de transferência.
Contratos com frigoríficos devem ser avaliados?
Sim. Eles impactam receita, prazo, bonificação, risco e continuidade da operação.
O escritório atua em sucessão rural?
Sim. Compras rurais relevantes devem conversar com sucessão e estrutura patrimonial.